Aviso: Alteramos a página inicial para mostrar os novos contos que foram aprovados, não deixe de enviar seu conto.
Home
ABUSANDO DA COLEGA

ABUSANDO DA COLEGA

Por RobertoGomes

1.852 leituras Denunciar este conto

Ana é uma colega de empresa muito práxima, sempre nos demos bem, mas por motivos profissionais nunca nos envolvemos. É uma mulher atraente, porém mais velha que eu (ela tem 37 e eu 31). Ambos solteiros, nos últimos 6 meses começamos a nos tratar de maneira diferente, com algumas brincadeiras um pouco ousadas que deixaram claro que os dois estavam com interesses bem diferentes dos profissionais. Com a desculpa de emprestar-lhe um pen-drive (que ela disse estar precisando), consegui levar Ana ao meu apartamento apás um happy-hour e dei o bote. Já no elevador dei-lhe abraços carinhosos e, ao entrar no meu apê, prensei-a contra a parede ao lado da porta de entrada e dei-lhe bons beijos na boca. Acariciei-lhe a bunda e ela foi logo enfiando a mão dentro da minha calça. Sussurrei na sua orelha que seria comida como merecia, que era uma safada e teria o que merece. Ela parece ter gostado e respondeu que queria ver do que eu era capaz. Deitei-a no tapete da sala e arranquei sua calça e calcinha. Ao apalpar sua xaninha, estava completamente molhada. Peguei uma camisinha e entreguei a ela. Coloquei meu pau para fora, abri sua blusa, peguei a camisinha de sua mão, vesti em mim, abri suas pernas e caí para dentro, comendo-a no papai-mamãe. Apás seu primeiro gozo, sem sair de dentro dela, tirei minha camisa e, ainda no vai-vem, puxei seu cabelo e disse: "Agora vou te comer igual a uma puta, safadinha. Queria ver do que sou capaz, né? Vai ter o que merece, vai ver como trato uma putinha safada como você!" Ana gozou pela segunda vez no tapete da sala e eu virei-a de 4 para mim. Ainda puxando seu cabelo, comi mais um pouco aquela gostosa até que ela deu mais uma estremecida e ficou meio molenga. Deitei-a de bruços, tirei toda a sua roupa e a minha, e comecei a beijar e lamber seu cuzinho. Ela começou a rebolar, lubrifiquei-a bem com saliva e forcei meu pau para dentro. A cabeça entrou bem devagar e ela deu um gemido alto assim que a cabeça rompeu a barreira da entrada: "Vem meu gostoso, coloca devagar e come o cú da sua putinha..." Logo eu já estava inteiro dentro daquele cuzinho apertado, meu corpo deitado sobre o dela, ambos rebolando. Eu puxava seu cabelo e falava obscenidades no seu ouvido, ela retribuía dizendo que era minha putinha e eu era seu macho gostoso. Ficamos longos minutos nessa posição, até que tirei minha camisinha e coloquei meu pau na sua boca para gozar ali. Apás encher sua boquinha e vê-la engolir tudo, beijamo-nos e avisei-a que se preparasse, pois ainda beberia mais leite naquela noite.

Fomos ao banheiro para um banho e ela estava toda entregue a mim, disse que se surpreendera com a maneira como a tratei e que seria minha escrava. Ainda lhe dei de beber mais duas vezes até a manhã seguinte. Ana se portou como uma escrava, abriu-se toda para mim e não se negou a nada, reagia a tudo com muito tesão.

Tivemos outros encontros, que serão narrados posteriormente...