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UM AMIGO DO PRAZER

UM AMIGO DO PRAZER

Bom meu amigo leitor, me chamo Bruno, tenho 19 anos e em um belo sábado, em uma bela noite, tomava eu, aquela cerveja do final de semana. Junto estava comigo meu amigo Fred, aproveitávamos a noite com aquele bate papo machista de sempre, eu como já havia tomado umas e outras não queria mais ficar, ambos decidimos ir para casa e em um cruzamento de ruas, já quase onze horas da noite, nos deparamos com uma cena diferente, estava dois jovens aos beijos, eram dois homens se atracando, fizemos piada, sorrimos muito e fomos para meu flet, porém aquela cena e a forma carinhosa me chamavam a atenção, jamais havia comido ou pensado em algum viado antes, a bebida e a cena passava e me deixava louco...



Ao chegar ao flet, fomos direto para a geladeira, pois lá estava as 6 saideiras da noite, bebemos algumas latinhas e ficamos ouvindo musica em um volume bastante alterado, a bebida rodava a mente e eu já sentia falta da mulherada, faltava ali algumas putinhas para a gente comer... Fred estava todo, estirado no sofá já ouvia a musica e me via dançar, tirei minha camiseta e fiquei somente de short, estava eu curtindo, de repente Fred se levanta e começa a dançar, eu assumo o lugar dele no sofá, e começo a verificar sua bela forma corporal, ele tinha apenas 19 anos, era um garoto de cabelos pretos, olhos verdes, e um rosto de menino. Fred dançava e minha mente ia viajando nas cenas dos dois homens se atracando na rua, via aquela bela bunda se mexer e percebia que meu melhor amigo dava um caldo... Comecei a comentar com ele a cena da noite.



- Viu aquelas bichas se beijando lá na rua...



Ele me respondeu que sim, e que curtiu a cena, pois todo tipo de prazer era válido, fui irônico com ele:



- Esta virando defensor dos viados agora...



Ele me responde:



- Não, apenas acho que as bichinhas curtiam a cena deles mesmos, mas que deveria estar bom, pois se não eles não estaria ali.



Em um relapso do tempo, eu mudava de assunto e disse:



Bom amigo, falta mulher para a gente comer, que tal, assistir aos filminho de putaria.



Levantei-me e fui pegar, desliguei o som, peguei mais cerveja e ficamos juntos, eu e Fred, somente vendo as putinhas sendo comidas por grandes varas... Parecia dois bebados, aos lentos do prazer vendo loiras sendo traçadas, minhas vistas já estava embaçada, mas não perdia o ritmo, minha vara via as cenas e começa lembrar dos viadinhos da esquina, meu pau começava a crescer, eu estava aos desejos...



Fred do meu lado estava eufárico, passava a mão em cima do calção que vestia, e de vez em quando acariciava seu mastro, meus olhares tomava outro rumo. desejava agora o garotinho do meu lado, ficamos por alguns instantes parados somente ouvindo os gemidos das putas aquentando pica. E de repende em um piscar de olhos Fred tira de dentro do calção sua milhocona, ele começava a bater uma pulheta, e me olhava sorrindo, pensava eu, meu Deus e agora, os meus olhares não saia de cima da vara linda do meu amigo...



Fred já estava sentindo meu enterece, ele devagar se aproxima, e sem mais ou menos me lasca um beijo nas boca, fico sem reação, me deixo dominar... Aquele beijo doce começa a fazer efeito, eu começava a me deixar levar, o abracei forte e comecei em um gesto de instantes a tirar sua camiseta, podia agora tocar no seu belo corpo, sentia seus braços fortes e seu peito gostoso, sua boca parecia doce de morango, estava deliciosa, sem mais eu me dominava, não sabia se era certo ou errado, dois homens, meu Deus.



A beleza de Fred já estava todo ao meu dispor, ele estava todo nu, e eu já passava a mão em todo seu corpo, o tocava com carinho, o desejava. Ele fazia por onde ser tocado começava a me chupar, desceu... Chegava ao meu peitinho, era uma coisa maravilhosa. Eu chegava ao delírio total, ele desceu e de repente começava a chupar minha vara, podia naquele instante sentir seus lábios tocar na cabecinha da minha pica, era Fred me mostrando que todo tipo de prazer era válido.



A cena da noite era a nossa, me deixei dominar. Já sentia e já fazia dele meu homem, minha menina, tudo. Há vida parecíamos parar, nás erramos os astros principais do prazer. Eu o beijava e começava a tocar na sua pica, ele ficava de pé na minha frente. Podia notar suas curvas, seus detalhes. Podia tocar na sua bundinha e passar a língua onde eu quiser, e foi isto o que fiz... Comecei colocar devagar aquele mastro na minha boca, passava minha língua, chupava com força, parecia um esfomeado por pica. há cena e o tocar, fez Fred sentir desejo total, a bebida parecia que havia esquentado o desejo, e a noite era somente nossa... Estava em um vagaroso instante, a fim de sentir sua pica me consumir, estava eu de quatro querendo dar meu cuzinho, que neste momento deseja ser fudido. Fred se preparava, colocou o preservativo, passou o gel, e começava a fazer movimentos de entrada, comecei sentindo uma puta dor, parecia que meu cu estava rasgando, e estava. Fred enfiava com carinho e ao mesmo tempo beijava minha nuca, tinha a total segurança.



Estava eu, dando meu cuzinho para meu melhor amigo, Estava eu, dominado pelo desejo sexual, o desejo da carne, o desejo do ser feliz.



Fred fazia movimentos leves, podia sentir o partir de uma virgindade, mas uma virgindade dominada pelo carinho, pois Fred sabia como fazer a coisa bem feita, Nossa noite foi única, desejada, uma noite onde pude perceber que existe uma realidade nas palavras.



"EXISTEM VÃRIAS FORMAS DE PRAZER"



E esta era a forma mais gostosa e diferente que havia sentido em toda minha vida, Fred me comia com vontade, eu de quatro sentia o tocar das suas bolinhas e o fincar de sua rola. Estava suando de prazer, de desejo. Há noite era inesquecivel, e mais do que isto, era a minha, a nossa noite.



Passado alguns instantes comecei a perceber que Fred estava indo o delírio, ele começava a se preparar para gozar, o movimento estava esquentando, o prazer à velocidade de sua rola me deixava louco, podia sentir a pressão do sexo. E em um belo instante sendo o gozar, um jato quente... um jato de porra enchia meu cuzinho de leite, pois devido a velocidade ate a camisinha havia estourado, não acreditava, estava eu de quatro dominado e com porra descendo para tudo que é lado. Ele tira sua vara de dentro do meu cu, e em um movimento, enfia dentro da minha boca, pude beber tudinho o restante do leitinho, estava uma delicia.



Nossa noite foi ao mais alto do desejo, depois deitamos no sofá, se beijamos... Eu não acreditava na cena, estava eu e um macho, eu já todo arrombato, pelado em um sofá.



Desejo ou loucura.



Prazer ou verdade.



Mais que palavras eram o amor e a vontade do sexo que nos dominava, fomos juntos para o banho, onde o carinho voltava a reinar. Sentia os beijos, o jeito e cada milímetro do corpo daquele que era mais que um amigo.



E você deve estar se perguntando... E o depois...



E o depois, Deus tratou de escrever... Um belo domingo amanhecia, e estava eu acordando, fui para a cozinha tomar água, quando de repente vejo uma bela mesa, com um belo café da manhã preparado por Fred, que agora se tornava meu novo e especial amor.



. . . FIM . . .



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Ass: ThyAggo



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