Aviso: Alteramos a página inicial para mostrar os novos contos que foram aprovados, não deixe de enviar seu conto.
Home
HXCX

HXCX

Por 182x

1.912 leituras Denunciar este conto

Hardcore, muito hardcore. rnEm 2004 era o que escutavamos, e de 2001 a 2007 estivemos em toda grande SP e também interior. Montamos outra banda em 2005 e ela, Aline entrou para assumir os vocais. Que delícia de bunda. Minha namorada tinha ciúmes, e Aline me olhava sem que percebesse. Assim me contou apás o que chamo de "um pedido da lâmpada do gênio"....e se eu tivesse uma dessas esse sem dúvida seria um. Bom hoje tenho 26 anos e na época tinha 19. Aline 18. A admiração e tesão por sua bunda redondinha e sempre discreta aumentava a cada ensaio. Fazia questão de deixa-la subir as escadas na minha frente. Me excitava, não era nada absurdo, imaginação é foda. O contato era curto, rápido. Tinha medo do ciúme daquela porra de namorada, gostava dela. Mas o tesão. Ah o tesão..as vezes me masturbava com a imaginação daquele pote de mel suculento. Era apenas minha imaginação fantasiando frenéticamente. Os contatos começaram por MSN. Música, melodias, bandas esses eram os diálogos então. Apenas isso. Mas por dentro a vontade era de dizer que queria cravar meu caralho naquele reto até minhas bolas se encharcar com o suco da buceta babada e entupir seu rabo com minha gala e por fim dar meu pau na sua garanta pra provar seu sabor. Ah sua filha da puta! Mas música era o assunto. Até que as conversas fluiam normalmente mas quando descidi ousar fui correspondido, no começo era perguntas sobre o que gosta ou o que gostaria de fazer durante o sexo. Fui direto: sexo anal. Sim, adoro um cuzinho femino empinado, e a visão do meu pau dilatando o anel do reto me excita ainda mais. Quanto a ela: Sim, eu já fiz..e até gosto. Aline confirmou e então se eu fosse o sol com certeza explodiria feito uma supernova de tanto tesão. As conversas a cada dia ficavam mais pesadas e nada de música. Era sexo, e por trás. Eis que digo o que sinto e a situação que imagino com ela e que gostaria de fazer com ela o que minha namorada não fizera. Atolar meu pau nela de quatro no estúdio onde ensaiavamos.Marcamos um dia, de tarde no estúdio em minha casa. Tinha um sofá, os amplificadores, a bateria e todas as parafernálias de som..mesa, caixas acústicas, os micros e todas as paredes eram isoladas para abafar o som. Como namorava eu tinha muito medo de alguém de nos ver juntos, aguardei ela em casa e quando chegou apenas abri o portão e descemos rapidamente para o estúdio. Ela vestia saia e meias pretas. Meio com medo ainda a enconstei na parede de costas para meu pau e apenas beijava seu pescoço..aos poucos minhas mãos foram ao encontro de sua bunda levantando a saia bem devagar...que bucetinha molhada..e ela sempre perguntando se era isso que eu queria. Sem respostas. Encoxava seu rabo e apertava aquela delícia sempre com uma das mãos atolada na sua bunda e então baixo a calcinha um pouco acima do joelho, não era minúscula e isso me excitava mais. Abri meu short e fiquei esfregando meu pau no seu cuzinho que a essa hora já estava babando de tanta vontade de violentar aquele anus, de foder suas pregas e arrombar seu cu, queria meter com ádio com raiva. E então retirei a samba canção e pincelei aquela maravilha de bunda. Não acreditava que estava acontecendo ate a hora em que tentei penetrar-la, ali em pé com a saia erguida, a calcinha pouco acima dos joelhos e aquela maldita meia preta que imaginei. Eu estava muito excitado e logo meu pau achou o que queria ou acreditou que tinha achado...ela parou, olhou para trás e disse: Aí não, é atrás que você quer, é mais pra cima.Eu: Tá vou por a camisinha. Aline vai além da minha imaginação: Não precisa, gosto assim, a seco! Então empurrei meu pau no seu cu...aquela bunda deliciosa sá pra mim...a cachorra abria a bunda com as duas mãos e eu empurrando com força pois mesmo com meu pau molhado não entrava e ela mesmo sentindo rasgar não fez cara de dor...fez cara de puta feliz, de uma cachorra contente que queria passar por aquilo..meu pau entrou com dificuldade e sentia ele esfolando dentro daquele canal proibido, o reto do seu cu...a parte mais suja do seu corpo, o seu rabo.. e eu queria mais é arrombar essa delícia apertada...Mantinhas as estocadas fortes, cravando e atolando meu mastro na grutinha de sua bunda..em pé ..estocando..ela quis mudar e então mandei que ficasse de quatro, não existia negativa, prontamente ela abaixou e empinou aquele rabo durinho para que eu enterrasse ali meu caralho..parecia que meu pau iria explodir com a idéia de comer um cu de quatro...porra seria a primeira vez..encostei na porta e empurrei tudo..socava forte fazendo minhas bolas baterem na sua xoxota encharcada de seu tesão.. ficamos assim por cinco minutos. Seria o suficiente até o orgasmo. Retirei meu pau e queria dar seu prêmio direto na boca. Cretina! Se recusou a recebe-lo..em seguida se levantou dizendo que precisava voltar. Tentei impedir. Eu não consegui estava extasiado..também não importava..ela se arrumou e subiu as escadas..nos beijamos, abri o portão e ela foi embora, mas claro, antes ajeitou a saia no meio da rua propositadamente para mostrar o que tinha feito e continuou a descer..foi-se um pedido que exijiria do gênio da lâmpada. Maldita. Aconteceram mais histárias..pedirei ajuda a ela para tentar descrever. No fim o orgasmo não foi importante. Maldita! Hardcore.rnrn