Aviso: Alteramos a página inicial para mostrar os novos contos que foram aprovados, não deixe de enviar seu conto.
Home
APOSTA INFELIZ IX - VOLTA DO CHEFE

APOSTA INFELIZ IX - VOLTA DO CHEFE

Por pppais

1.170 leituras Denunciar este conto

Um belo fim de tarde, depois de receber uma chupeta da minha estagiaria no escritário, onde deixei ela sentada na minha cadeira e fiquei em pé, lembrando a cena da minha esposa com meu tio. Toca meu celular, era meu "ex" chefe, dizendo que iria passar dois dias na cidade e que precisava de uma acompanhante pra um jantar.

Ele me colocou naquele cargo, devia-lhe um favor e pensei na minha estagiaria que fazia um belo serviço ali em baixo, mas acabei gozando feito um louco quando lembrei que minha esposa ajudou muito em eu estar ali, e então achei justo que ela fosse a companhia dele. Ela queria trabalhar. Então ia fazer as honras a um dos diretores da empresa, a qual ela já conhecia.

Minha estagiaria ainda se limpava de tanto que gozei quando liguei pra minha esposa e anunciei isso para ela, claro perguntando se ela queria. E ela aceitou sem muito esforço.

Minha estagiaria achou estranho, mas nada falou apenas observou e apás se limpar, deu mais uns dois beijos em minha rola e saiu.

A noite expliquei pra ela como era, fiz tudo parecer chato e repetitivo, e ela atenta perguntava os detalhes, avisei, disse os horários que ela deveria se fingir de boneco, e pra ficar tranquila que ele era gente boa. Quando falei o nome dele, ela fez cara de susto, perguntei se ela estava bem, como se não entendesse e ela disse que nada. Que foi sá um calafrio normal.

Quando o diretor chegou, foi direto a minha sala. Perguntar se tinha arrumado a companhia dele para a festa. E quando ele foi começar as recomendações sobre como ela deveria ser, falei, minha esposa te acompanhara. Ele riu alto, que todos depois me perguntaram o motivo. E falou:

- Mas tu é um corno mesmo, pelo menos assim vai ser bom, vou chegar relaxado e dar uma boa gozada antes de voltar. - Ainda rindo falou. - Vc quer ver tudo? Sei que quer. Então vou deixar vc ser o motorista do Taxi, e vc nunca viu de tão perto sua esposa ser fudida. - E saiu da sala rindo feito um louco.

No final do expediente chegou uma caixa pra mim. no envelope em cima estava escrito. "Corno. Ligue para sua esposa e diga pra ela estar pronta e que vc ira se atrasar, pois está arrumando as coisas pra minha estadia. Coloque essas roupas e o Taxi branco está ai na frente as chaves estão no seu Bolso da roupa."

Liguei pra minha esposa e disse que o taxi iria passar pra pega-la e para não estranhar o taxista era de confiança da empresa, mas que devido a um acidente usava uma mascara pra esconder uma cicatriz. Ela riu e fez piada dizendo que se eu não tivesse avisa que ia chamar a policia se visse alguém de mascara vir buscala.

Avisei a ele a desculpa que dei da mascara, ele apenas riu e falou pra passar uns 19 min. mais cedo, pra ele poder receber um agrado antes de chegarem.

Buzinei na porta de casa e ela desceu, estava com um vestido longo preto, entrou no carro me cumprimentou e ficou sentada olhando com cara de curiosa. Quando cheguei no hotel dele. Ele já estava na porta, entrou, encarou ela e falou:

- Ola vagabunda nos encontramos de novo, e pior agora foi o corno que promoveu. - Ela deu meio sorriso e ele já estava beijando ela na boca. Parou o beijo e olhando pra mim falou: - Segue devagar que estamos um pouco adiantado e essa putinha aqui vai me fazer uma chupeta enquanto vamos. Não é vagabunda?

Ele nem precisou repetir e ela tirou a rola dele pra fora e engoliu todo de uma vez. Ele pediu calma e falou:

- Quero que vc faça com calma. Bem gostoso. Tem que demorar o tempo de chegarmos lá. E não suje minha calça.

Ele terminou de falar e ela começou a lamber a cabeça da rola dele, ficava passando a língua na por toda extensão, colocava as bolas na boca, e depois subia e lambia a cabeça, ele com a cabeça deitada no encosto do carro ficava gemendo e falando pra ela continuar. Ela segurou firme na rola dele, e fez um biquinho sá colocando a cabeça na boca e começou a punhetar ele, ele olhava pra mim pelo espelho e ria, dizendo que o corno precisa ver o que a puta da esposa dele estava fazendo. ela acelerou a punheta e ele empurrou a cabeça dela, ela tirou a mão e deixou descer até a rola sumir toda em sua boca. Ele segurou um pouco pensei que tivesse gozado, mas que nada, ela já começou a subir e descer com velocidade, e com a mão, alisava e apertava o saco dele, ele sá gemia e a xingava de puta. Nesse ritmo ele segurou a cabeça dela com as duas mãos e gozou. Ela levantou rápido, abrindo a janela. Ele riu e falou pra ela:

- Segura mais um pouco na boca e depois engole, pois quero vc com bafo de porra lá no restaurante, quero que todos percebam o que vc veio fazendo no caminho. - Ela balançou a cabeça dizendo que sim. E começou a retocar o batom ainda com a porra na boca e enquanto ele colocava as calças olhou pra ela e disse:

- Agora engole que tá me dando nojo vagabunda. - Desceram do carro ajeitando a roupa e entraram no restaurante.

Ficaram lá cerca de 2 horas e saíram rindo muito, entraram novamente no taxi, e entre gargalhadas ele falou:

- De umas voltas por locais mais tranquilos, que estou com vontade de fazer umas loucuras.

Sai com o carro, ao mesmo tempo que ele jogou o corpo sobre o dela e enfiou a mão pra dentro do vestido que subiu até suas coxas, me dando uma visão que ela estava sem calcinha, porem tinha certeza que na ida a vi com. Dois dedos dele entravam até o talo em sua buceta, as dedadas eram fundas, e ele mordia e alisava seus peitos, e eu via ela jogar a cabeça pra trás toda vez que ele afundava os dedos até onde não dava mais. Ele estava no banco atrás do meu, o que facilitava minha visão, mas ele ajudou mais deitando o banco do carona, e puxando o corpo dela pra frente, o cheiro de sexo estava absurdo dentro daquele carro. Eu fui pra uma das saídas da cidade, e comecei a rodar pela estrada, nesse meio termo, ela o punhetava enquanto tinha a buceta com dois dedos dentro e o cu com um. Ele mandou que ela subisse sobre ele. Ela subiu, e começou a cavalgar ele se arrastou com ela encaixada sobre ele até o lado em que ela estava e com o vestido dela na cintura conseguia ver perfeitamente sua rola sumindo dentro da buceta dela, ela pulava feito louca, e começou a pular mais ainda quando ele puxou ela de encontro a ele e enfiou um dedo no seu cu. Ele a abrias suas nádegas e me olhava pelo espelho, quando via que eu olhava ele enfiava mais forte. Ficou nessa brincadeira uns 19 min. e pediu pra ela sair de cima, e nem bem ela terminou de sair ele puxou a cabeça dela pra chupar o que ela fez com vontade e depois de engolir sua rola umas três ou quatro vezes ele gozou fartamente em sua boca, pois chegou a escorrer pelos cantos da boca. Depois que gozou ele mandou eu deixa-la em casa. Estacionei o carro em frente minha casa, andes de ela descer ele mandou que ela desce um beijo de despedida no pau dele, ela abriu o zíper da calça dele tirando sá a rola pra fora, e fez um beicinho deu uma sugada na cabeça. E depois desceu do carro toda rebolando. Ele olhou pra mim e falou:

- Mas é uma puta mesmo. Me leva pra casa corno. - Enquanto íamos ele ia falando como ela era uma puta e eu um corno, que merecia um aumento pelo empréstimo da esposa. Foi falando até lá. Quando chegamos ele colocou a mão no bolso e tirou a calcinha dela.

- Cara, ela tirou e meu a calcinha na mesa, sem ninguém perceber, ou pareceu isso, e pás no meu bolso, no meio da reunião. E ainda todos perceberam que ela estava com bafo, por que teve um dos compradores que comentou, é sua companhia veio trabalhando no caminho né. - Em meio a tudo isso e mais umas risadas, ele desceu e subiu.

Eu fui na empresa e troquei os carros. Cheguei em casa minha esposa estava dormindo. Pelo cabelo molhado deduzi que tomou banho. Tive que ir no banheiro e aliviar pois estava com o saco doendo de tantas vezes que minha rola ficou dura ao máximo. Tomei um banho gelado e capotei.