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NA MESA DO CHEFE

NA MESA DO CHEFE

Por Krista

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Sou moreninha bem gostosa de cabelos sedosos e castanhos médios, seios também médios e volumosos, bundinha recheada e certinha (risos).

Esse conto é para relatar o que recentemente aconteceu com meu chefe no estágio.

Ele deve ter seus 30 e poucos anos, apesar de não aparentar; e é muito gostoso, agradável e simpático.

Bem, eu estava na sala do chefinho a pedido dele, pois queria que digitasse umas coisas para ele.

Terminava de escrever e começava a ler para ver como estava o texto. Ele esteve grande parte do tempo na janela, me olhando. Podia sentir seus olhos cobiçosos em minhas pernas cruzadas e na minha nuca a mostra devido ao penteado que usava naquele dia.

De surpresa, sinto ele chegando por trás de mim, e passa a mão justamente na minha nuca, indo em direção aos meus lábios, passando os dedos de leves neles...

O “certo” deveria ser, eu sair daquela sala o mais rápido, mas ao invés disso, deixo ele puxar o meu pescoço, levantar minha cabeça, e me beijar bem gostoso. Ele foi colocando cada mão em meus seios, cobrindo e apertando de leve a cada sugadinha que dava na minha língua. Ele parou de me beijar e me segurou por debaixo dos braços, me levantando...

Amoleci todinha com a encoxadinha gostosa que me deu. Ele ia apertando novamente meus seios e mordendo minha nuca. Uma mão segurava a minha cintura fina e a outro meu ombro, com isso ele me inclinou, deixando meu rabinho a mostra e bem empinadinho.

O safado puxou minha calcinha de uma sá vez, rasgando com o puxão dado. Foi mordendo minhas costas e descendo, ao chegar em minha bundinha deu um tapa. Não resisti e soltei um gritinho gostoso. Ele foi continuando a sua prazerosa descida.

Chegou no meu anelzinho e passou a língua bem devagarzinho nele; deixou bem molhadinho e desceu um pouquinho mais, mas não foi todo na minha bocetinha. Deu-me um outro tapa, a qual gemi e ainda o escutei falar: ”FALA MINHA SAFADINHA, FALA O QUE VOCÊ QUER QUE EU FAÇA EM VOCÊ, MAS PEDE DIREITO, SENÃO LEVA OUTRO TAPA...” ·.

E eu: “ENTÃO ME CHUPA! ME CHUPA BEM GOSTOSO QUE QUERO SENTIR SUA LINGUA QUENTE NA MINHA BOCETINHA...”.

Ele deu mais uma passadinha de língua no meu cuzinho e foi descendo. Passou a língua de leve pelos meus grandes lábios até na frente e voltou até o cuzinho de novo; deu uma mordidinha e desceu. Dessa vez, enfio a língua um pouco mais e ficou mexendo na minha portinha.

Segurou-me pelo quadril e colocou uma das minhas pernas na cadeira. Eu estava com meus cotovelos na mesa e com uma perna na cadeira, bem exposta e gostosa.

Fiquei rebolando devagarzinho, gemendo, implorando pra ele me chupar.

Ele passou mais a língua e foi sentindo meu gosto e sentindo meu cheiro altamente excitante. Chegou no meu grelinho durinho e passou a língua nele. Foi passando a língua de um lado para o outro...Eu já não aguentava mais o tesão, rebolava, gemia feito louca. Até que sai da posição, sentando na mesa e já meio descontrolada, tremendo de tesão, tirei sua calça, abaixei sua cueca e cai de boca naquele cacete bem duro.

Deixei ele bem molhadinho, passei minha língua por todo o mastro e brinquei com sua cabecinha.

Levantei o quanto pude as minhas pernas e fiquei totalmente aberta para ele, sentada em cima de sua mesa. Puxei-o pelo quadril e o senti entrando de uma sá vez em minha bocetinha molhada e gulosa até o fundo. Sentia suas bolas batendo no meu cuzinho e como tava gostoso!

E gritei: “AAAHHHHHH... CACHORRO... GOSTOSO, ME FODE, SEU SAFADO!”.

O enlacei com as pernas e fiquei rebolando nele.

Ele me segurou pela bunda e me tirou da mesa. Ficamos fodendo em pé. Eu ia subindo e descendo naquele pau gostoso e grosso. Ele me soltava de leve e deixava seu cacete ir entrando todinho em mim.

Meu grelinho ia raspando na sua barrinha e na base do seu pau, o que me deixava mais excitada. Eu o arranhava nas costas, gemia, gritava, pedindo que não parasse e já descontrolada transava de forma alucinada...

Um olhava para o outro...Ele dizia para eu continuar com a cara de safada, que o tava deixando louco.

Minha bocetinha foi contraindo...Seu cacete latejando...E nás nos beijando, gozamos loucamente. Ele apertou minha bundinha, enfiou um dedinho no meu cuzinho, e assim ficamos até nos recuperar.

Eu abraçada a ele e agora mais calma, ainda o sentia encaixado em mim.

De volta a mesa, olhei para ele e com um sorriso disse: “SEMPRE SOUBE QUE VOCÊ ERA GOSTOSO, MAS NUNCA TÃO SAFADO DESSE JEITO... RISOS!”.

Ele sorriu comigo e me beijou...

Continuamos os nossos afazeres, com uns amassos...

O que não significa que as transas acabaram...

Que nada!!! Depois eu conto :o)