Aviso: Alteramos a página inicial para mostrar os novos contos que foram aprovados, não deixe de enviar seu conto.
Home
DOEU, MAS FOI GOSTOSO

DOEU, MAS FOI GOSTOSO

Por ZECA

2.211 leituras Denunciar este conto

A primeira ROLA a gente nunca esquece.



Eu estava com 19 anos



Passava alguns dias no litoral norte, Ubatuba, hospedado por minha tia. Dias de semana em baixa temporada a praia vivia vazia e eu costumava ficar sentado nas pedras olhando para o nada e numa dessas vezes vi um cara pescando, estava a poucos metros das pedras e eu no meu ritual.



O cara, 40 anos, estava sá de calção, do tipo usado por jogador de futebol. De repente o cara tirou o pau pra fora e começou a mijar, era uma rola grandinha e eu fiquei de boca aberta olhando pra aquilo e quando terminou deu aquela balançada no pau e eu não tirava o olho quando percebi que o cara estava olhando pra mim e ainda balançando o pau. Fiquei vermelho, roxo, azul e ele deu uma risadinha.



Deixou a vara de pescar enterrada na areia e chegou mais perto de mim e puxou papo perguntando de onde eu era. Eu estava quase correndo dali mas a atração era grande. Fui respondendo suas perguntas e perguntei pra ele como é que ele ia saber se o peixe estava fisgado e ele respondeu: "A vara avisa quando o peixe está fisgado" e nesse momento a vara começou a balançar e ele pegou-a e logo a seguir segurava um pelo peixe. "Não disse pro cê que a vara avisa?



Convidou-me a ir pra sua casa comer o peixe e eu tentei recusar e ele começou a acariciar o práprio pau por cima do calção que se avolumou e eu novamente de boca aberta e ele disse: "vamo lá meu peixinho, minha vara já avisou que você tá fisgado"



Pouco depois estávamos em sua casa e rapidamente ele limpou e temperou o peixe e me ofereceu uma cachaça, eu disse que não bebia, e não bebia mesmo, e ele insistiu dizendo que era melhor pra eu relaxar. Tomei. Ô coisa ruim.

Enquanto aquilo descia queimando ele baixou o calção e completamente nu, disse: " Cai de boca na minha rola" Ele em pé, eu sentado e as mãos dele me pegaram pela nuca e ele meteu a rola na minha boca. Quase passei mal e ele continuava até que me acostumei a tudo aquilo. "isso, meu peixinho, se diverte com a vara".



Depois de alguns minutos ele tirou da minha boca e ordenou que eu tirasse a sunga e me debruçasse na mesa de bunda virada pra ele. Eu disse que o pau dele era grande e que eu nunca tinha dado, e era verdade, e que ia me machucar.



Ele pegou mais uma cachaça e falou pra eu tomar que assim eu relaxava mais e que não me preocupasse que ele seria carinhoso e que o pau dele não tinha nem 20 cm.



Obedeci. Ele esfregou a rola duríssima na minha bunda e no buraquinho e meu tesão era algo de doido. Ele pegou o áleo de cozinha, colocou um pouco no meu rego e a pica bem no meu cu e disse: "pronto, meu peixinho, a vara é toda sua" e foi metendo aos pouquinhos. Doía, mas estava tão gostoso. Depois que me acostumei com aquilo no rabo ele meteu gostoso, forte, e eu gritava e gemia e ele urrava até que deu um urro mais forte e enfiou até o talo e tirou e enfiou várias vezes até gozar tudo. Eu estava feliz.



"Eu sei que você gostou, meu peixinho, e depois do almoço vou gozar na tua boca, minha porra vai ser sua sobremesa"