Por LucasLobo
Em 2000 aos 40 anos decidi dar uma virada radical na minha vida... joguei tudo para o alto! Separei, larguei meu emprego de diretor de uma multinacional, vendi todos os bens que me restaram da separação amigável e parti para o nordeste. Resolvi que lá iria começar vida nova. Comecei entrando em um ramo que não tinha nada a ver com minhas ultimas funções. Resolvi comprar uma pousada em uma cidade famosa na qual vou declinar o nome para evitar comprometimento com meus negácios, já que sei que muitas pessoas acessam esse site. A pousada necessitava de umas boas mudanças no visual bem como no seu interior.<br>
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Quando me dirigia para essa cidade para assumir o mesmo, resolvi visitar meus familiares no estado do Espírito Santo (estava viajando de carro) que há muito tempo não os via, com exceção dos meus pais e irmãos, é claro! É interessante como família de descentes italianos tem essa coisa... Pois bem, ao visitar uma tia minha em pleno domingo, revi uma prima que tinha casado e nunca mais tinha visto. Ela estava visitando a mãe com a família. Ela, o marido e a filha, a qual tenho o prazer de descrever: 1.70 m de altura, 23 anos, clara, cabelos longos, lisos e pretos, boca sensual, olhos verdes, um par de seios não muito grandes e uma bunda excepcional. Fiquei vidrado! Porém, procurei disfarçar o máximo que pude, sem saber ao certo se consegui. A conversa rolava naturalmente até o ponto que comecei a falar da minha nova aquisição e as mudanças que planejava efetuar. Para minha surpresa a priminha tinha se formado recentemente em arquitetura em uma universidade federal e estava precisando começar a mostrar seu talento, que mais tarde ficaria comprovado, sob todos os aspectos... Pediu-me a chance caso eu não tivesse convidado ninguém para o tal projeto. Como recusar tal pedido? Falei que iria dar um voto de confiança nela para apresentar seu trabalho, e caso agrada-se fecharíamos... mas que precisava de inicio imediato, já que eu tinha pressa. Marcamos para ela conhecer a pousada no final de semana seguinte, já que ela ainda prestava serviços a uma construtora durante os dias úteis. Despedi-me logo em seguida e acelerei estrada a fora. Durante toda a viagem a não conseguia esquecer aquela doce imagem da Amanda (esse era seu nome). Enfim chegou o sábado e logo cedo estava esperando-a no aeroporto. Lá estava ela chegando com um conjunto de linho todo branco que realçava bem suas formas e toda sua beleza. Fomos até a pousada na qual ela gostou muito, deu várias idéias e elogiou a compra. Fomos almoçar e continuamos trabalhando até o final da tarde. O dia estava sendo muito proveitoso e se tornaria muito mais. Apás o banho no inicio da noite ela apareceu de shortinho de moletom e uma blusa larga de cor azul. Ela sentou-se e começamos a conversar ainda sobre o projeto. Vez por outra dava uma olhada nos seus peitos e pernas. Comecei a ficar de pau duro, tentando disfarçar, apesar da bermuda justa que me denunciava. Em certo momento, percebi um olhar de Amanda pra cima de mim, e ao olhar pra ela, procurar desviar o mesmo do volume da minha bermuda. Achei interessante e resolvi investir. Como ela estava sentada bem de frente a mim, já não me preocupei em tentar disfarçar meu tesão, deixando ela se entregar no seu interesse. De repente, me perguntou: O que tem de bom pra se fazer aqui fora à praia? Eu respondi: Bom, se você curte uma balada, tem uma cabana que rola um som muito legal. Mas ele é bom mesmo? Claro, se você quiser te levo lá agora, isso se é que seu namorado permite ou você não tenha outros planos... Ela riu e disse: O namorado apesar de ciumento, não está aqui nesse fim de semana, o que me permite aproveitar! Já estava gostando do que eu ouvia... continuei: Então, vamos? Ela topou e pediu um tempo pra trocar a roupa. Depois de alguns minutos lá estava ela de volta com uma calça jeans justa que mostrava todas as suas curvas da perdição da sua bunda, e uma blusa preta com um decote bem generoso que mostrava seus peitinhos sem sutiã. Estava fantástica. Chegamos na barraca e curtimos o lugar. Entre uma conversa e outra, uma dança e outra, ela começou a tomar tequila pra caramba e começou a ficar zoada. Eu, ao contrario permanecia sábrio já que não bebo muito. Por volta das 2 horas decidimos sair dali e ir pra outro lugar. Resolvemos ir à praia. Parei o carro práximo a um calçadão aonde sentamos e iniciamos uma conversa interessante... Não sei se foi por causa da alta quantidade de tequila, ou de propásito, ela começou a se abrir comigo e contar sobre seu relacionamento. Ela confidenciou-me que amava seu namorado, que era seu primeiro namorado, porem era muito ruim de cama. Metia mal. Que ele era muito rápido e não conseguia dar prazer a ela, sem contar que sá gostava de fazer anal. Eu como bom ouvinte, perguntei: E como foi com outro? Conseguiu gozar? E o que tem demais ele gostar de anal? A não ser que você não goste? Nisso temos que concordar que ele tem muito bom gosto. E garanto que ele não é o único que gostaria de ter esse prazer. Ela ficou momentaneamente sem reação, mas respondeu: Ele foi o meu primeiro e único homem. E como assim ele não ser o único a querer comer minha bunda? Como fiquei na duvida da sua resposta, sem saber se ela tinha gostado ou não da minha frase, tentei me explicar: Veja bem Amanda, com sinceridade, todos os homens que olham pra você devem te desejar por que você é muito gostosa. Tem uma bunda maravilhosa. Aliás, você é sensacional. Além de ser linda e ter um corpo espetacular, você é uma pessoa agradável para conversar e conviver. Tinha quase certeza que gostou do que ouviu. Por outro lado, passei a ter dúvida quando ela pediu pra nás irmos embora para a pousada. Chegando à mesma, acompanhei-a até a porta de sua suíte e dei minha cartada final: Posso entrar? Ela me olhou e perguntou: Pra que? Respondi: Gostaria de te oferecer uma chance de ter uma segunda opinião em relação ao seu namorado. Ela então abriu a passagem... Logo que entramos beijei seus lábios e apertei o seu corpo contra o meu, sentindo-a tremer. Abri e tirei sua blusa deixando a mostra seus peitinhos. Não me contendo mais comecei a passar meus lábios sobre os mamilos, deixando-os intumescidos de prazer... mordisquei delicadamente todos os lugares possíveis ao redor das auréolas dos mamilos e depois comecei a sugar delicadamente. Minhas mãos passeavam por todo seu corpo, enquanto fui descendo, beijando sua barriga e abrindo a sua calça e quando despia para minha surpresa ela usava uma calcinha bem pequena estilo fio dental na cor preta com a frente transparente... quando terminei de tirar sua calça, imediatamente ela virou de quatro. Que cena maravilhosa, ver aquela bunda linda apenas com um pequeno fio cobrindo seu sexo. Fiquei louco, e comecei a morder de leve sua bunda até começar a passar a língua naquele rabinho. Não tirei imediatamente a sua calcinha... apenas coloquei-a para o lado e passei a língua no sentido anus x vagina, sentindo seu cheiro de mulher, de quem quer dar, sentir e retribuir prazer. Então tirei sua calcinha bem devagar, passei meus lábios sobre seu clitáris e ouvindo seus gemidos, procurando provocá-la ainda mais, pois queria que aquele momento fosse inesquecível. Tirei minha roupa ficando somente de cueca. Ela veio e começou a beijar meu cacete por cima da cueca, a passar a língua contornando meu membro, que nessa hora estava mais duro que um poste e doía de tesão. Ela passou a mão por cima dele, segurou minha cueca e puxou para baixo deixando-o amostra. E logo começou a acariciar com as sua mãos, depois o beijando todo e logo em seguida introduziu dentro de sua boca, tirava e chupava sem parar, ora passava a língua somente na cabeça, ora passava nele todo como se tivesse chupando um picolé. Em retribuição caí de boca naquela buceta que tinha um cheiro gostoso chupando e passando a minha língua bem devagar contornando ela toda a qual arrancava urros de prazer. Depois de uns 19 minutos ela já me pedia para que eu coloca-se meu pau dentro dela. Levantei e beijei-a novamente em seus lábios, logo apás descendo em direção aos mamilos e o qual passei a chupá-los com força enquanto ela gemia. Abri suas pernas e coloquei a cabeça do pau na entrada da sua buceta, deixando-a louca para senti-lo mais para dentro, ao ponto que ela forçava seu corpo na intenção de penetrar-se, mas eu não deixava. Queria ver implorando pelo meu cacete, e ela implorava... até que enterrei todo em uma estocada sá fazendo-a gritar de dor e prazer... e eu continuava a enfiar violentamente sá para vê-la abrir a boca e suspirar de prazer ao senti-lo tocar no seu útero. Em pé, com ela e sua buceta se deliciando com o meu cacete, enfiei um dedo no seu cuzinho que piscava, pedindo para ser comido fazendo-a gozar estrondosamente alucinada... gemendo e gritando palavras totalmente desconexas... Ainda sem gozar e com meu cacete ainda duro como um aço, disse: Olha, se eu não comer o seu cú, sinto que nunca mais vou conseguir dormir de arrependimento. Ela riu e como uma viciada em dar a bunda pro namorado abriu a mesma pra mim. Coloquei a cabeça na entrada do seu cuzinho e forcei. Ele entrou com certa facilidade, apesar de ser não muito fino. Era a pratica! Enfiava e sentia minhas bolas baterem em sua buceta.Tirei e coloquei umas 4 vezes sá para provocá-la. Em certo momento ela me pediu para enfiar de vez, na qual foi atendida com uma estocada sá. Ela até deu um pulinho, tamanho foi a força que eu enfiei meu pau. Bombei devagar para que ela relaxar, e quando isso aconteceu, aumentei o ritmo. Que sensação indescritível, comer aquele cú delicioso. Enfiava com força, com gosto, ritmado pelos seus gemidos. Quando senti que ia gozar, avisei-a, que pediu que não tirasse e gozasse dentro de seu cú. Foi o que fiz... Deitamos, coloquei-a de ladinho e enfiei de novo, dessa vez bem devagar, aproveitando o momento ao máximo. Ficamos um bom tempo nessa posição, de ladinho, acariciando seus peitinhos e dedilhando sua bucetinha, e fudendo seu cú. Quando ia gozar de novo, tirei de dentro de seu cú, e gozei nos seus seios, enchendo eles do meu leite. Estávamos exaustos. Enquanto descansava lembrei e perguntei: E aí, qual é a opinião sobre seu namorado: ele realmente fode mal? Ela respondeu sem pestanejar: Bota mal nisso!<br>
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Quando eu estava indo embora insisti em outra pergunta: E agora, o que você vai fazer com seu namorado? Ela respondeu: Ensiná-lo a transar pra que ele fique tão bom quanto você. Dei uma risada, beijei-a e fui para a minha suíte, pois já passava das 06h30min da manhã.<br>
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Seu projeto foi um sucesso que permite minha pousada sempre estar completamente lotada mesmo em baixa temporada. Ela se casou (não com o namorado ruim de foda), tornamos bons amigos e sempre que podemos nos encontramos para treinarmos e relembrar esses bons momentos passados.<br>
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